Marcelo Poeta Ribeiro

Um pote no fim do arco-íris!

Segui por vários caminhos, em busca de um caminho ideal para trilhar.

Em determinados momentos, avancei por trilhas distantes, ilusórios faróis que me afastaram momentaneamente da jornada ideal. A sorte a meu lado, outras forças entraram então em movimento, de modo que eu pudesse me manter livre e avançando, corrigindo o rumo para conquistar o que sempre desejei.

Desde a infância, a idéia de um caminho pleno me invadiu. Era preciso então buscar os conhecimentos e as informações necessárias, coisas não muito disponíveis e que não se encontram em qualquer lugar, pelo menos não abertamente.

A certeza no coração e o espírito livre foram a primeira lição, e lição bem aprendida: elas me fizeram ousar, esperar, fazer e conquistar tudo a seu tempo.

Quando se decide dar um passo assim, em busca do passo ideal, é preciso fazê-lo com firmeza, com a certeza de se estar pronto para as armadilhas e os reveses que a vida tem a oferecer – todo ser sempre busca “algo” extremamente belo enquanto percorre seu próprio caminho, o apreciar e o desfrutar das próprias emoções e das emoções alheias, os aromas e as cores, a beleza da vida enfim, mas é preciso estar sempre atento….

Concluir a jornada significa uma coisa só: estar liberto das convenções e magias alheias, tornar-se o mago de seu próprio destino, o anfitrião de sua própria Magia.

Conviver bem com os outros, não implica em permitir que os demais se assenhorem de nossas vidas, nos invadindo com suas álgebras e convicções que muitas vezes nada tem a ver com as que existem em nosso próprio coração.

Dizer, pensar, viver e sobretudo criar livremente é a alma de toda Magia que tem por finalidade esse esplendoroso pote no fim do arco-íris, e que se chama felicidade.

Alguns grandes magos não acreditam nisso, mas eu não acredito nesses grandes magos. Acredito em mim, na minha Magia, na felicidade e na sinceridade com que acabo de falar com você…

MARCELO POETA